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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Traveling Wilburys

http://reidgreven.files.wordpress.com/2008/01/wilburys_2_small-703098.jpg

A primeira reunião informal teve lugar no estúdio de gravação de Bob Dylan em Santa Mônica, Califórnia, onde se juntaram Roy Orbison, Tom Petty e George Harrison para gravar a canção "Handle with Care", que faria parte do lado B do single "This Is Love", extraído do álbum Cloud Nine de George Harrison.

Devido aos bons momentos que passaram juntos em estúdio de gravação, decidiram gravar um álbum em um período de dez dias, devido principalmente à iminente turnê de Bob Dylan, no que cada membro contribuiu com várias canções. Lançado em outubro de 1988, sob vários pseudônimos o álbum Traveling Wilburys Vol. 1 alcançou o posto número 79 da lista dos 100 melhores discos dos anos 80 publicada pela revista musical Rolling Stone. Posteriormente, seria indicado como Álbum do Ano no prêmio Grammy.

Apesar da morte de Roy Orbison em 6 de dezembro de 1988, o grupo gravou um último álbum sob pseudônimos distintos, ainda que conservando o nome Wilbury. A modo de homenagem, no videoclipe da canção "End Of The Line" figura uma guitarra e um retrato de Roy Orbison. Durante certo tempo, a imprensa especulou sobre uma possível entrada no grupo de Del Shannon, mas seu suicídio em 1990 acabou com este projeto. O segundo álbum, chamado Traveling Wilburys Vol. 3, seria o último trabalho do grupo, precedido do single "Nobody's Child".

O falecimento de Roy Orbison, vocalista do grupo, e a onipresença compositora de Bob Dylan no segundo álbum, (mais da metade das canções foram compostas por ele), contribuíram para um final amistoso do grupo.

2007: O ressurgimento

Aos finais da década de 90 e começo do novo milênio, os dois álbuns dos Traveling Wilburys estavam fora de catálogo. Harrison, como dono dos direitos sobre os álbuns, trabalhou neles antes de sua morte para um futuro lançamento, embora não tenha chegado a vê-lo devido a sua morte em 2001. Em junho de 2001, depois do anúncio de Tom Petty na XM Stallite Radio, os dois álbuns foram publicados em formato CD junto a um DVD adicional.

O nome

O nome "Wilbury" foi um termo familiar utilizado por George Harrison e Jeff Lynne durante a gravação do álbum Cloud Nine. Em inglês "We’ll bury them in the mix" pode ser traduzido como "nós os ocultaremos na mixagem". No início, George Harrison sugeriu o nome The Trembling Wilburys, mas posteriormente acabaram mudando para The Traveling Wilburys.

Integrantes

No álbum Traveling Wilburys Vol. 1:

No álbum Traveling Wilburys Vol. 3:



fonte wikpedia


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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Discografia do Raul Seixas


Raul Seixas

Raulzito & Os Panteras (1967)

Sociedade Da Grã Ordem Kavernista apresenta Sessão Das Dez (1971)

Krig-Ha Bandolo (1973)

O Rebu (1973)

Gita (1974)

Novo Aeon (1975)

Há Dez Mil Anos Atrás (1976)

Raul Rock Seixas (1977)

O Dia Em Que A Terra Parou (1978)

Mata Virgem (1979)

Por Quem Os Sinos Dobram (1979)

Abre-te Sesamo (1980)

Carimbador Maluco (1983)

Metrô Linha 743 (1984)

Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Bein-Bum! (1987)


A Pedra Do Genesis (1988)

A Panela Do Diabo (1989)

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Sociedade da grã ordem kavernista


Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10 foi gravado em 1971 nos estúdios da CBS no Rio de Janeiro pelo então produtor Raul Seixas, o cantor e compositor capixaba Sérgio Sampaio, o cantor, dançarino e ator Edy Star (então conhecido apenas como Edy) e a cantora paulista Míriam Batucada.

[Raul+Seixas+-+Sociedade+da+Grã-Ordem+Kavernista+Apresenta+Sessão+das+10+-+Capa.jpg]Quando lançado, o disco não obteve sucesso nem de público nem de crítica. Foi abandonado à própria sorte até mesmo pela gravadora, cujos executivos tanto no Brasil como na matriz, nos Estados Unidos não gostaram do resultado final. Com isso, não houve investimento em divulgação do trabalho nas rádios e programas musicais da época.

Muitas lendas cercam esse disco que traz 11 faixas intercaladas por vinhetas. A principal delas diz que Raul, Sérgio, Edy e Míriam gravaram as músicas às escondidas, à noite, sem que ninguém na CBS soubesse, e que por esse motivo Raul Seixas, então um bem-sucedido produtor da gravadora, teria sido demitido. No entanto, segundo Edy Star, único sobrevivente dos quatro artistas (Raul morreu em 1989, Sérgio e Míriam em 1994), o trabalho foi profissional e feito com o conhecimento da gravadora. Durou 15 dias, com hora marcada no estúdio e anuência do diretor artístico da CBS. E Raul não foi demitido. Tanto que no ano seguinte, em 1972, produziu o compacto Diabo no Corpo, de Míriam Batucada, na própria CBS. Raul só saiu da gravadora meses depois desse último trabalho, sendo contratado pela RCA Victor.

A idéia inicial foi de Raul Seixas, inspirado pelos recém lançados discos Freak Out (1966), de Frank Zappa, e Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967), dos Beatles, além da brasileira Tropicália, mas a obra foi levada a cabo em conjunto pelos quatro 'kavernistas'. Cada um cantou duas canções sozinho – Raul e Sérgio cantaram juntos outras três. Raul tocou praticamente todos os instrumentos. As composições são todas de Raul e Sérgio Sampaio (parceria tida por muitos mais interessante do que a de Raul com Paulo Coelho).

Míriam Batucada não foi a primeira opção de voz feminina no grupo. A prioridade era Diana (mulher de Odair José, mas como ela estava muito identificada com o iê-iê-iê e a música romântica, foi descartada. Em seguida, pensou-se em chamar Lena Rios (que anos depois defenderia uma música de Raul – Eu Sou Eu, Nicuri é o Diabo – no Festival Internacional da Canção de 1972), que estava iniciando na CBS sob recomendação do Torquato Neto. Mas Míriam apareceu na gravadora e sua voz rouca e bom humor conquistou Raul, Sérgio e Edy.

Depois de muito tempo condenado ao ostracismo por ter ficado fora de catálogo, o disco voltou às lojas no formato CD primeiro numa edição limitada da Rock Company (1995) e, depois, pela Sony (2000) - esta última foi bastante criticada à época por não trazer as letras nem a contra-capa com ficha técnica e fotos dos integrantes do grupo. As duas edições são difíceis de encontrar atualmente, bem como os LPs originais, considerados itens de colecionador que valem pequenas fortunas.

Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10 traz músicas de vários estilos, como uma seresta (Sessão das 10) cantada por Edy; chorinho (Chorinho Inconseqüente) cantado por Míriam; e o único samba jamais composto e gravado por Raul Seixas, Aos Trancos e Barrancos. Todas as composições são de Raul e Sérgio, menos uma – Soul Tabarôa, de Antônio Carlos e Jocafi (cantada por Míriam Batucada).

Faixas

  1. "Êta Vida" (Raul Seixas/Sérgio Sampaio) – 2:28
  2. "Sessão das Dez" (Raul Seixas) – 2:44
  3. "Eu Vou Botar Pra Ferver" (Sérgio Sampaio/Raul Seixas) – 2:25
  4. "Eu Acho Graça" (Sérgio Sampaio) – 2:49
  5. "Chorinho Inconsequente" (Miriam Batucada) – 1:56
  6. "Quero Ir" (Raul Seixas/Sérgio Sampaio) – 2:20
  7. "Soul Tabarôa" (Antônio Carlos/Jocáfi) – 2:44
  8. "Todo Mundo Está Feliz" (Sérgio Sampaio) – 2:56
  9. "Aos Trancos E Barrancos" (Raul Seixas) – 2:27
  10. "Eu Não Quero Dizer Nada" (Sérgio Sampaio) – 3:06
  11. "Dr. Paxeco" (Raul Seixas) – 3:11
  12. "Finale" (vinheta) – 0:29

Interpretação

Ficha técnica

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Celso Blues Boy

Celso Blues Boy - Ao Vivo [1991]



Ficha Técnica:

Guitarrista carioca, começou a tocar profissionalmente na década de 70, acompanhando Raul Seixas e Sá & Guarabyra. Montou a banda Legião Estrangeira em 1976, com a qual se apresentava em bares e casas de show. Passou a ser mais conhecido a partir de 1980, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro. Gravou o primeiro disco em 1984, "Som na Guitarra", que incluía seu maior sucesso: "Aumenta que Isso Aí É Rock'n Roll". Um dos primeiros a cantar blues em português, escolheu o nome artístico em homenagem ao ídolo B.B. King, um dos pais do gênero. Com nove discos gravados, continua se apresentando freqüentemente.



Faixas:
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Chicas


Chicas - Quem vai comprar nosso barulho[2007]



Depois de uma série de shows em homenagem a Gonzaguinha, o grupo feminino Chicas segue caminho próprio e lança um novo trabalho.

Intitulado “Quem vai comprar nosso barulho? ”, o novo álbum mostra o amadurecimento do grupo que fez um relativo sucesso no fim dos anos 90, mas acabou se desfazendo em 1999. Apenas quatro anos depois, Amora Pêra e Fernanda Gonzada (filhas de Gonzaguinha) se uniram novamente à Paula Leal e Isadora Medella para participar do Festival Aroma do Campo, de onde sairam vitoriosas.

O novo disco traz cinco faixas de autoria própria, além de várias regravações. As meninas incluíram “Espumas ao vento”, sucesso do filme “Lisbela e o Prisioneiro”, “Alô liberdade”, versão de Chico Buarque para a música de Bardotti e Bacalov, que está na trilha de “Os saltimbancos Trapalhões”, “Rap do Silva”, sucesso do MC Bob Rum, e “Minha alma”, do repertório d’O Rappa.

Para baixar é só clicar aqui
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Cordel do fogo encantado


Cordel do Fogo Encantado


Em 1997 um grupo teatral voltou a atenção para a cidade de Arcoverde. Nascia o espetáculo Cordel do Fogo Encantado. Na formação, Lira Paes, Clayton Barros e Emerson Calado. Por dois anos, o espetáculo, sucesso de público, percorreu o interior do estado.

Em Recife, o grupo ganhou mais duas adesões que iria modificar sua trajetória: os percussionistas Nego Henrique e Rafa Almeida. No carnaval de 99 Cordel do Fogo Encantado se apresenta no Festival Rec-Beat e o que era apenas uma peça teatral, ganha contornos de um espetáculo musical. Ao lirismo das composições somou-se a força rítmica e melódica dos tambores de culto-africano e a música passou a ficar em primeiro plano.
A estréia no carnaval pernambucano mais uma vez chamou a atenção de público e crítica e o que era, até então, sucesso regional, ultrapassou as fronteiras, ganhando visibilidade em outros estados e o status de revelação da música brasileira.

Na formação, o carisma e a poesia de Lira Paes, a força do violão regional de Clayton Barros, a referência rock de Emerson Calado e o peso da levada dos tambores de Rafa Almeida e Nego Henrique. Cordel do Fogo Encantado passa a percorrer o país, conquistando a todos com suas apresentações únicas e antológicas.



As apresentações da banda surpreenderam a todos não somente pela força da mistura sonora ousada de instrumentos percussivos com a harmonia do violão raiz. À magia do grupo que narra a trajetória do fogo encantado, soma-se a presença cênica de seus integrante e os requintes de um projeto de iluminação e cenário.

Em 2001, com produção do mestre da percussão Nana Vasconcellos, Cordel do Fogo Encantado se fecha em estúdio para gravar o primeiro disco, que leva o nome da banda. A evolução artística amplia ainda mais o alcance do som do grupo que, mesmo atuando independente, ganha mais público e atenção da mídia, por onde passa.

Com turnê que passou pelos mais remotos cantos do país, um ano depois, em 2002, o grupo volta para o estúdio para gravar o segundo trabalho: O Palhaço do Circo Sem Futuro, produzido por eles mesmo, de forma independente. Lançado no primeiro semestre de 2003, o trabalho foi considerado pela crítica especializada um dos mais inventivos trabalhos musicais produzidos nos últimos anos.

E Cordel do Fogo Encantado ganha projeção internacional, com apresentações na Bélgica, Alemanha e França. Entre os prêmios conquistados pela banda estão o de banda revelação pela APCA (2001) e os de melhor grupo pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003) e o bi-campeonato do Prêmio Hangar (2002 e 2003).

No cinema, a banda participou da trilha sonora e do filme de Cacá Diegues, “Deus É Brasileiro”. Nas brechas das turnês, Lira Paes marcou presença também na trilha sonora de “Lisbela e o Prisioneiro”, de Guel Arraes, na qual interpreta a música “O Amor é Filme”.

Em outubro de 2005 Cordel do Fogo Encantado lançou o DVD “MTV Apresenta”, o primeiro registro audiovisual da banda. “Transfiguração”, terceiro disco lançado em setembro de 2006, vem borrar ainda mais a linha de fronteira entre as artes cênicas e a música. Pela primeira vez o grupo faz primeiro o registro sonoro para então se dedicar à criação do espetáculo. Com produção de Carlos Eduardo Miranda e Gustavo Lenza e mixagem de Scotty Hard, Cordel do Fogo Encantado se firma como um dos grupos mais representativos da cena independente nacional.

Cordel do Fogo Encantado é:
José Paes de Lira – voz e pandeiro.
Clayton Barros – violão e voz.
Emerson Calado – percussão e voz.
Nego Henrique – percussão e voz.
Rafa Almeida – percussão e voz.


Clique aqui para fazer download do disco Cordel do Fogo Encantado.
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